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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Dica de Vídeo: GUILDA DO MACACO - EPISÓDIO #17 - ADEUS, CALAMIS!

Fala galera boa. Tudo bom? Confiram aí mais um fantástico episódio da tão falada Guilda do Macaco que vai ao ar no canal da Jambô Editora.

E para se destacar como uma autentica mesa de RPG, neste episódio aconteceu aquilo que é bastante comum nas mesas de rpg de todo o país, a morte de um personagem. 

O elfo Calamis, o matador, pereceu em combate para tristeza de todos os elfos brasileiros. Adeus, grande Calamis. seu nome será cantado por todos os bardos de Arton.

Atualmente eu acompanho a guilda durante o almoço com minha esposa. E aconselho vocês que acompanhem também, pois é muito divertido assistir essa galera.



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Rolando os dados: Aventura 4 - De vilões a heróis. D&D 3.5 Parte 3.


Fala pessoal, tudo beleza? Se liga aí no que rolou em nossa 13ª sessão de D&D 3.5, partindo de um mundo improvisado para o magnífico mundo de Arton.

Após o ataque, os três heróis seguem rumo à vila mais próxima. A sorte estava do lado deles, ou os deuses estavam de bom humor, pois não demorou para que encontrassem uma pacata vila. Em pouco tempo na vila os heróis já arrumam encrenca. Uma disputa de família entre o Lord Bastos e seu primo Lilth. A disputa era para ver com quem ficaria o castelo murado, uma construção abandonada que ficava próxima à vila.

Os aventureiros fazem um acordo com o Lord Bastos afim de tomarem de assalto o castelo, ou ao menos tentariam. Fora prometido em caso de sucesso uma grande quantidade de moedas de ouro, e isso um grupo de - pobres - aventureiros não podia recusar. Para que isto acontecesse foi colocado à disposição dos heróis um batalhão de soldados.

Foram horas intensas de batalha. Corpos estavam espalhados por toda a muralha. Os gritos dos soldados feridos, de ambos os lados, ecoavam no campo de batalha. Apensar das dificuldades de se invadir um castelo murado, o grupo de aventureiros tem êxito na missão, pois o ninja Banya usou suas habilidades de escalada, conseguindo com certa facilidade chegar ao topo. O feiticeiro Davy tocava o terror com suas malditas bolas de fogo, reduzindo a cinzas os pobres infelizes arqueiros na muralha.

Sem muita resistência eles tomam o castelo. Sabendo que seria possivelmente morte pelos aventureiros o primo - e invasor - do Lord Bastos foge do local jurando vingança contra aqueles mercenários idiotas.

Os heróis vasculham todo o local à procura de soldados escondidos do inimigo, porém ao chegarem no calabouço encontram, entre alguns corpos de pobres infelizes, um senhor acorrentado. Ele tinha uma longa barba e suja. Sua face era dura pelo sofrimento pelo qual passou ali. Estava magro,
provavelmente não comia nada há dias. O homem havia sido abandonado ali para morrer lentamente.

-- Oh parece que os deuses ouviram as minhas preces. -- falou o homem com lágrimas nos olhos. -- por favor, me soltem.

-- Calma meu senhor, iremos soltá-lo agora mesmo. -- falou a clériga Lia, quebrando as correntes com sua espada.

-- Por que está preso senhor? -- indagou Banya, o ninja. -- Qual o seu crime para receber esta punição.

-- Porque não quis aceitar um trabalho oferecido pelo nobre ???. Ele mandou seus capangas me sequestrarem e aqui estou. -- respondeu o homem. -- Desculpem meus modos, que falta de respeito não me apresentar aos meus salvadores, me chamo Rufnalc. Muito prazer.

Deram de comer e beber ao homem. Os aventureiros explicaram a ele o motivo de estarem ali, e esperariam a chegada do Lord Bastos, seu contratante. Em meio a conversa os heróis descobrem que o prisioneiro que acabaram de libertar é natural da cidade de Malpetrim. Uma Cidade bastante famosa pela sua Grande Feira que dura sete dias e acontece uma vez ao ano, se tornou uma tradição secular. Seria um um ótimo lugar para obter informações sobre o maldito responsável pelo roubo dos itens do grupo, foi o que pensaram. 

Mas antes tinham um dever a cumprir. Levar até a cidade de Adorah os suprimentos tão necessários para a sobrevivência da mesma. Feito isso, os aventureiros pegaram sua recompensa e, junto de Rufnalc, partem rumo a cidade litorânea de Malpetrim.


E assim terminou a nossa 13ª sessão de RPG D&D 3.5, iniciando as nossas aventuras pelo reino de Arton.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Vamos Apoiar? Revista Dragão Brasil no Apoia.se



É pessoal, o que seria algo para simples diversão acabou se tornando a realização de um sonho há muito desejado pelo rpgístas brasileiros. O retorno daquela que alimentava nossa imaginação e apresentava para aqueles que ainda não conheciam o fantástico jogo chamado RPG. A Dragão Brasil está de volta sim!

Sua primeira edição já tem data marcada para esse novo começo. O dia 9 de novembro entrará para história como um novo marco no cenário nacional de RPG.

Teremos de volta as tão famosas sessões Lendas Lendas, Pergaminhos dos Leitores e as divertidas Tirinhas do Paladino. Para nossa alegria!!!



A revista será mensal e por meio de financiamento coletivo. Você pode apoiar o projeto, é só clicar no link abaixo e conferir mais detalhes.


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Rolando os dados: Aventura 4 - De vilões a heróis. D&D 3.5 Parte 2.


Olá Rpgistas de todo o Brasil, jogando muito galera? Espero que sim. Demorou um pouco mais saiu o resumo de nossa 12ª sessão de D&D 3.5 agora no mundo Arton. Confiram aí o que rolou.

A viagem foi tranquila, até o segundo dia. Os heróis, cansados, fazem uma pausa para uma breve refeição seguida de um bom descanso. No dia seguinte, logo ao nascer do sol, o grupo segue viagem.
Após uma longa viagem eles chegam à cidade, e sem mais espera colhem algumas informações sobre o anão Bin.
Os três aventureiros vão até as minas de carvão à procura do anão Bin. Uma grande movimentação de trabalhadores era vista de longe. Entrando e saindo com sacos de pesados de dentro da montanha. Não foi difícil encontrar o anão naquele movimentado lugar, pois ele era o único de sua raça no local.

-- Ouvi falar que me procuram -- disse o anão pondo seu martelo de guerra sobre a mesa. -- Entao, aqui estou.
Banya deu um passo à frente e quando estava prestes a falar, o anão o interrompeu. --- Não faço negócios com elfos. Diga você, humano, o que quer de mim, mas seja breve pois meu tempo é precioso demais para ser desperdiçado com tolices.

O feiticeiro, Davy, se adianta. -- Nobre senhor anão, viemos a mando de Zaradum em busca do senhor. Viemos buscar alguns produtos, pois a cidade de Adorath foi atacada, e tudo lhe falta.
-- Aquele maldito do Zaradum só me traz problemas. -- respondeu o anão. – Venham que providenciarei o que aquele desgraçado me pede.

Dirigiram-se para uma sala – parecia ser o escritório do anão – tão abarrotada de papeis e pergaminhos velhos que por pouco não coube todos lá dentro. Depois de certo tempo, quando estavam prestes a sair do local um forte tremor abala toda a montanha.

O pânico foi generalizado. Trabalhadores corriam desesperadamente para fora da montanha a fim de salvarem suas vidas. Alguns trabalhadores afirmam ter ouvido terríveis sons no fundo das minas, parecia ser de uma criatura sinistra.

Os aventureiros não perdem tempo, e veem ali uma oportunidade de conseguirem os produtos de que precisam além de algo mais. O acordo é feito – meio que sem querer por parte do anão – e os heróis investigariam a ameaça.

Eles entram fundo na mina. Sem temerem perigo algum os bravos aventureiros adentram no coração da montanha. Por descuido deles, acabam caindo em um buraco e sem querer descobrem uma antiga masmorra.  Um local aparentemente abandonado. Escuro, úmido e com cheiro de morte. Após dias percorrendo corredores escuros, salas com criaturas horrendas e um diabólico ser os aventureiros - após derrotarem com muito sacrifício - a terrível criatura guardiã os heróis se veem diante de um tesouro incrível cheio de itens, que aparentemente eram mágicos, gemas e moedas aos Montes. Dentre a vastidão do tesouro o ninja Banya encontra uma pequena ampulheta. Era visualmente um simples objeto. 

Com a ameaça cada vez mais próxima, o grupo não vê outra solução senão usar a pequena ampulheta. Mesmo que isso pudesse ter um efeito drástico.
Banya, o ninja, vira o objeto. Os pequenos grãos de areia começam a cair lentamente. De repente, um pequeno brilho surge da areia. Mas o mais surpreendente é que os grãos do fundo estavam desaparecendo. O que fez os heróis rapidamente segurarem na ampulheta.

Afinal o que tinham a perder? O grupo de súbito desaparece e surge na entrada da mina. Lá, os aventureiros decidem descansar um pouco, pois a hora já estava bem avançada e agora estavam a salvo. Pelo menos era o que eles pensavam. Festejando de alegria com seus tesouros, os aventureiros escutam passos pesados. Parecia ser de alguém grande e que vestia uma armadura pesada. O grupo fica em alerta apenas observando. E de repente surge, na entrada da caverna um ser que parecia ter mais de dois metros de altura, mas o que fez com que os heróis tivessem certeza de que aquele ser não estava ali como amigo, foi a imensa foice que ele carregava. O momento foi de tensão. 

Os heróis se perguntavam quem seria aquele ser que, aparentemente não estava ali com boas intenções?
-- Deem-me todos os itens e os deixarei viver, o Mestre Arsenal ficará feliz com esta oferenda -- finalmente falou o sujeito. Enquanto o ninja lentamente tentava sacar suas shurikens e a clériga Lia fazia suas preces em voz baixa, o feiticeiro Davy responde ao adversário. -- É melhor você sair daqui sua donzela ou fritarei o seu cérebro. Antes que o feiticeiro pudesse terminar a frase, o indivíduo surge de repente no meio dos surpresos heróis. Incrivelmente rápido o inimigo desfere um golpe, no chão.

Um estrondo parecido com um trovão é a última coisa de que os aventureiros se recordam. Eles acordam quase que simultaneamente. Todos com dores fortes nos ouvidos e cabeça. Mas este não era o único dos problemas deles, pois todos os seus tesouros, que acabaram de conquistar, fora roubado, inclusive os itens mágicos que já possuíam.

E assim terminou a nossa 12ª sessão de RPG D&D 3.5.


Continua...
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